terça-feira, 23 de abril de 2019

Texto 23/04/2019


O turpor da realidade
Não enfraquece
Não confunde
Não desintegra
Apenas entorpece

Maximiza as sensações existentes
No intimo
Na vigilia das horas
Do momento
Na percepção deste dia

O alento em resistir ao tempo
Já não rersiste
Assim como a certeza
A fé
ou a plena convicção de outrora

Apenas os sons que ressoam
abrandam o alarde 
O disturbio
O resultado despercebido 
O silêncio em resposta

A consonância antes perfeita…
Dissonam as palavras
Ecoam no hiato
Afligem o intimo
Desfaz razão 

sábado, 17 de abril de 2010

Avaliadores de Acessibilidade

Para ajudar aqueles que gostam de manter seus projetos em conformidade com as regras de acessibilidade, as ferramentas e serviços online abaixo podem ajudar a determinar o nível de acessibilidade e indicar todos os ajustes necessários para o alcante de seus objetivos.
  • www.acessibilidade.net/web/avalweb.php
  • dasilva.org.br
  • www.w3.org/WAI/ER/tools/complete

Conteúdo, Estrutura e Apresentação (HTML & CSS).

O WAI recomenda que para se obter acesso rápido as páginas de internet, estas devem ser construídas separando conteúdo e estrutura da apresentação.

O conteúdo forma a estrutura da página e é constituído do texto, formulários, listas de itens, parágrafos, hiperlinks etc. A apresentação de uma página é o tamanho, forma e cores do texto, do fundo da página, das bordas de imagens e tudo aquilo que faça parte do estilo visual do site. Recomenda-se que essa apresentação seja feita em CSS (Cascading Style Sheets).

As técnicas sugeridas pelo WCAG, que é um documento de diretrizes de acessibilidade para Web, segue o padrão Html. Entretanto a linguagem HTML é limitada quando se trata de aplicar a apresentação a uma página, dificultando assim a acessbilidade. A utilização de técnicas para solucionar este problema, tais como o uso de tabelas para formatar o layout das páginas, imagens transparentes como espaçadoras de largura e altura de células de tabelas, codificações que não são padrões do HTML e outras, degradam a acessibilidade e velocidade no momento de sua utilização pelo usuário.

Com o objetivo de melhorar a acessibilidade surge o CSS que consiste em definir, mediante uma sintaxe especial, a apresentação que os desenvolvedores de sites podem aplicar à um site inteiro, considerando-o em todas as suas páginas, à uma página em especial, ou mesmo a um pedaço de página.

A principal razão para o desenvolvimento desta tecnologia, foi a de que as páginas web têm misturado em seu código HTML o conteúdo da página com a codificação necessária para lhe dar estilo, ou seja, fazer a apresentação visual.

Assim, a recomendação sugerida no WCAG 1.0 é exatamente a separação do conteúdo e estrutura da apresentação, em espaços diferentes, que possam ser unidos na visualização da página na hora de ser carregada. No momento em que entramos em uma página, o conteúdo se "veste" de sua apresentação, ou seja, o html se "veste" de CSS.
Referencia: http://www.bengalalegal.com/capitulomaq.php

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A Importância dos Padrões Web

Os Padrões web sempre estão associados ao código da página web e às recomendações do World Wide Web Consortium (W3C) especificadas para o mesmo. Visando o desenvolvimento de um site genuinamente de boa qualidade e preparado para atender um grau satisfatório de acessibilidade, os padrões seguidos em seu código devem abranger os seguintes itens:

1. Código html/xhtml e CSS válidos;
2. Separação em camadas:
  • Conteúdo e estrutura: são determinados pelos textos, tabelas, formulários, etc;
  • Apresentação: é tudo que é visual, como posicionamento do conteúdo, coloração, tamanhos, etc;
  • Comportamento: é caracterizado pelo aspecto de dinamicidade gerado por scripts.
3. Código (X)HTML semântico.

Recomendações WCAG 2.0

As
WCAG 2.0 (Web Content Accessibility Guidelines 2.0) são recomendações aos desenvolvedores, indicadas pelo W3C, que visam colaborar para a construção de web sites com conteúdo acessível à pessoas que sofrem algum tipo de deficiência.

1) Percepção

1.1 Fornecer Alternativas textuais para qualquer conteúdo não textual, permitindo que possa ser alterado, se necessário, para outros formatos como impressão com tamanho de fontes maiores, Braille, fala, símbolos ou linguagem mais simples.

1.2 Fornecer Alternativas para mídias baseadas no tempo.

1.3 Criar conteúdo que pode ser apresentado de modos diferentes (por exemplo um layout simplificado) sem perder informação ou estrutura.

1.4 Tornar mais fácil aos usuários a visualização e audição de conteúdos incluindo as separações das camadas da frente e de fundo.

2) Operação

2.1 Fazer com que todas as funcionalidades estejam disponíveis no teclado.

2.2 Prover tempo suficiente para os usuários lerem e usarem o conteúdo.

2.3 Não projetar conteúdo de uma forma conhecida por causar ataques epiléticos.

2.4 Prover formas de ajudar os usuários a navegar, localizar conteúdos e determinar onde se encontram.

3) Compreenção

3.1 Tornar o conteúdo de texto legível e compreensível.

3.2 Fazer com que as páginas da Web apareçam e funcionem de modo previsível.

3.3 Ajudar os usuários a evitar e corrigir erros.

4) Robustez
4.1 Maximizar a compatibilidade entre os atuais e futuros agentes do usuário, incluindo as tecnologias assistivas.

Fonte:
  • http://www.acessibilidadelegal.com/
  • http://www.ilearn.com.br/TR/WCAG20/

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Acessibilidade Web

A expressão “acessibilidade”, presente em diversas áreas do conhecimento, vem tomando um importante papel na informática durante os últimos anos. Seu significado vai além do fato de permitir a permitir a participação de pessoas com alguma deficiência em atividades nos mais diversos meios de comunicação, propiciando a inclusão e expansão do uso destes a todas as camadas da sociedade.

Entre as ferramentas que colaboram para a disseminação do uso de serviços que envolvam aspectos tecnológicos, podemos citar os leitores de ecrã, utilizados pelos deficientes visuais; os teclados virtuais, que podem auxiliar os portadores de deficiência ou dificuldades de coordenação no sistema motor; os sintetizadores de voz, mecanismo imprescindível para o auxílio de pessoas com problemas de fala; entre outros mais.

Podemos categorizar a acessibilidade da seguinte maneira:

A. Acessibilidade web para pessoas cegas;
B. Acessibilidade web para pessoas com deficiência; e
C. Acessibilidade web universal.


A acessibilidade na web

No ambiente virtual da web, a acessibilidade também é um assunto extremamente importante, recebendo uma atenção devida por parte de entidades que desenvolvem e recomendam tecnologias, como o W3C (Consórcio para a WEB) e a WAI (Iniciativa para a Acessibilidade na Rede). O emprego dessas recomendações permite a consolidação de um uso democrático e justo destes meios de comunicação, levando a informação aos mais diversos tipos de usuários, independentemente deles apresentarem algum tipo deficiência ou não.

Num ambiente web, “para ser realmente potencializador da acessibilidade”, um site deve proporcionar um resultado final comum na transmissão da informação. Diversos grupos de usuários, estes compostos por diversas categorias de indivíduos com as mais diversas particularidades físicas, devem compartilhar de um juízo comum sobre a informação publicada. Desta forma, é de extrema importância que essas diferentes situações e características devam ser analisadas durante a concepção de um site.

Princípios para a acessibilidade na WEB

De acordo com o decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004, a acessibilidade na web é parte integrante do projeto brasileiro de inclusão digital, incentivando assim, o uso desse meio de comunicação pelas pessoas portadoras de necessidades especiais em nosso país.

Podemos dividir as recomendações para elaboração dos sites da seguinte forma:

1) Quanto à apresentação da informação
Que sugere a associação de um texto a cada elemento não textual da página, como imagens, representações gráficas de texto, regiões de mapa de imagem, animações, botões gráficos etc.

2) Quanto à navegação
Que sugere que ligações textuais ou com um equivalente textual sejam palavras ou expressões compreensíveis e que os elementos da página possam ser ativados pelo teclado.

3) Quanto à implantação
Que sugere o uso de requisitos de acessibilidade de conteúdo da WEB do W3C/WAI, disponíveis em português (www.acessobrasil.org.br) ou inglês (www.cast.org/bobby).

4) Quanto à página principal
Que sugere a exposição do símbolo de acessibilidade na web. Entre as várias versões existentes, recomenda-se a versão brasileira em logotipo, sendo necessário que se associe a essa imagem um link para uma página com o seguinte texto:

Esse símbolo de acessibilidade não garante que o sítio tenha 100% de acessibilidade, mas que os responsáveis por ele tenham desenvolvido esforços no sentido de torná-lo acessível a todos.

Nela também deverão constar informações gerais sobre a acessibilidade do site e o endereço eletrônico do responsável por sua criação.

Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Acessibilidade - acessado em 12/04/2010
http://www.acessobrasil.org.br - acessado em 12/04/2010