A expressão “acessibilidade”, presente em diversas áreas do conhecimento, vem tomando um importante papel na informática durante os últimos anos. Seu significado vai além do fato de permitir a permitir a participação de pessoas com alguma deficiência em atividades nos mais diversos meios de comunicação, propiciando a inclusão e expansão do uso destes a todas as camadas da sociedade.
Entre as ferramentas que colaboram para a disseminação do uso de serviços que envolvam aspectos tecnológicos, podemos citar os leitores de ecrã, utilizados pelos deficientes visuais; os teclados virtuais, que podem auxiliar os portadores de deficiência ou dificuldades de coordenação no sistema motor; os sintetizadores de voz, mecanismo imprescindível para o auxílio de pessoas com problemas de fala; entre outros mais.
Podemos categorizar a acessibilidade da seguinte maneira:
A. Acessibilidade web para pessoas cegas;
B. Acessibilidade web para pessoas com deficiência; e
C. Acessibilidade web universal.
A acessibilidade na web
No ambiente virtual da web, a acessibilidade também é um assunto extremamente importante, recebendo uma atenção devida por parte de entidades que desenvolvem e recomendam tecnologias, como o W3C (Consórcio para a WEB) e a WAI (Iniciativa para a Acessibilidade na Rede). O emprego dessas recomendações permite a consolidação de um uso democrático e justo destes meios de comunicação, levando a informação aos mais diversos tipos de usuários, independentemente deles apresentarem algum tipo deficiência ou não.
Num ambiente web, “para ser realmente potencializador da acessibilidade”, um site deve proporcionar um resultado final comum na transmissão da informação. Diversos grupos de usuários, estes compostos por diversas categorias de indivíduos com as mais diversas particularidades físicas, devem compartilhar de um juízo comum sobre a informação publicada. Desta forma, é de extrema importância que essas diferentes situações e características devam ser analisadas durante a concepção de um site.
Princípios para a acessibilidade na WEB
De acordo com o decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004, a acessibilidade na web é parte integrante do projeto brasileiro de inclusão digital, incentivando assim, o uso desse meio de comunicação pelas pessoas portadoras de necessidades especiais em nosso país.
Podemos dividir as recomendações para elaboração dos sites da seguinte forma:
1) Quanto à apresentação da informação
Que sugere a associação de um texto a cada elemento não textual da página, como imagens, representações gráficas de texto, regiões de mapa de imagem, animações, botões gráficos etc.
2) Quanto à navegação
Que sugere que ligações textuais ou com um equivalente textual sejam palavras ou expressões compreensíveis e que os elementos da página possam ser ativados pelo teclado.
3) Quanto à implantação
Que sugere o uso de requisitos de acessibilidade de conteúdo da WEB do W3C/WAI, disponíveis em português (www.acessobrasil.org.br) ou inglês (www.cast.org/bobby).
4) Quanto à página principal
Que sugere a exposição do símbolo de acessibilidade na web. Entre as várias versões existentes, recomenda-se a versão brasileira em logotipo, sendo necessário que se associe a essa imagem um link para uma página com o seguinte texto:
Esse símbolo de acessibilidade não garante que o sítio tenha 100% de acessibilidade, mas que os responsáveis por ele tenham desenvolvido esforços no sentido de torná-lo acessível a todos.
Nela também deverão constar informações gerais sobre a acessibilidade do site e o endereço eletrônico do responsável por sua criação.
Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Acessibilidade - acessado em 12/04/2010
http://www.acessobrasil.org.br - acessado em 12/04/2010
Entre as ferramentas que colaboram para a disseminação do uso de serviços que envolvam aspectos tecnológicos, podemos citar os leitores de ecrã, utilizados pelos deficientes visuais; os teclados virtuais, que podem auxiliar os portadores de deficiência ou dificuldades de coordenação no sistema motor; os sintetizadores de voz, mecanismo imprescindível para o auxílio de pessoas com problemas de fala; entre outros mais.
Podemos categorizar a acessibilidade da seguinte maneira:
A. Acessibilidade web para pessoas cegas;
B. Acessibilidade web para pessoas com deficiência; e
C. Acessibilidade web universal.
A acessibilidade na web
No ambiente virtual da web, a acessibilidade também é um assunto extremamente importante, recebendo uma atenção devida por parte de entidades que desenvolvem e recomendam tecnologias, como o W3C (Consórcio para a WEB) e a WAI (Iniciativa para a Acessibilidade na Rede). O emprego dessas recomendações permite a consolidação de um uso democrático e justo destes meios de comunicação, levando a informação aos mais diversos tipos de usuários, independentemente deles apresentarem algum tipo deficiência ou não.
Num ambiente web, “para ser realmente potencializador da acessibilidade”, um site deve proporcionar um resultado final comum na transmissão da informação. Diversos grupos de usuários, estes compostos por diversas categorias de indivíduos com as mais diversas particularidades físicas, devem compartilhar de um juízo comum sobre a informação publicada. Desta forma, é de extrema importância que essas diferentes situações e características devam ser analisadas durante a concepção de um site.
Princípios para a acessibilidade na WEB
De acordo com o decreto-lei 5296 de 2 de dezembro de 2004, a acessibilidade na web é parte integrante do projeto brasileiro de inclusão digital, incentivando assim, o uso desse meio de comunicação pelas pessoas portadoras de necessidades especiais em nosso país.
Podemos dividir as recomendações para elaboração dos sites da seguinte forma:
1) Quanto à apresentação da informação
Que sugere a associação de um texto a cada elemento não textual da página, como imagens, representações gráficas de texto, regiões de mapa de imagem, animações, botões gráficos etc.
2) Quanto à navegação
Que sugere que ligações textuais ou com um equivalente textual sejam palavras ou expressões compreensíveis e que os elementos da página possam ser ativados pelo teclado.
3) Quanto à implantação
Que sugere o uso de requisitos de acessibilidade de conteúdo da WEB do W3C/WAI, disponíveis em português (www.acessobrasil.org.br) ou inglês (www.cast.org/bobby).
4) Quanto à página principal
Que sugere a exposição do símbolo de acessibilidade na web. Entre as várias versões existentes, recomenda-se a versão brasileira em logotipo, sendo necessário que se associe a essa imagem um link para uma página com o seguinte texto:
Esse símbolo de acessibilidade não garante que o sítio tenha 100% de acessibilidade, mas que os responsáveis por ele tenham desenvolvido esforços no sentido de torná-lo acessível a todos.
Nela também deverão constar informações gerais sobre a acessibilidade do site e o endereço eletrônico do responsável por sua criação.
Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Acessibilidade - acessado em 12/04/2010
http://www.acessobrasil.org.br - acessado em 12/04/2010
Diante das 4 (quatro) formas para elaboração de páginas web que meu colega Claúdio destacou em seu post acima, poderemos também destacar algumas obrigações que programadores e organizações devem ter como conceitos legais, são eles:
ResponderExcluir● CONSCIÊNCIA – Sentimento que os programadores e ou empresas de desenvolvimento da atual web devem ter para que não possa “excluir” aquelas pessoas com deficiência, ou seja, tornar sua página acessível para qualquer tipo de usuário, pois ainda existem páginas sendo construídas sem pensamentos de inclusão.
● LIDERANÇA – Dentro das organização isso é de fundamental importância, Se a liderança de uma organização não expressa compromisso com os padrões de Acessibilidade na internet existem poucas possibilidades de que o conteúdo do web site da organização seja acessível. No momento atual, normalmente alguns desenvolvedores fazem o próprio conteúdo acessível, enquanto a maioria não se incomoda ou tem consciência da importância do assunto, assumindo que não seja esperado nada deles.
● POLÍTICAS E PROCEDIMENTOS - Mesmo quando líderes expressam seu compromisso com uma idéia, se a idéia não é apoiada por políticas bem definidas tende a ser perdida entre as rotinas cotidianas. Para uma grande organização a melhor maneira de implementar mudanças é criar uma política interna que possa esboçar padrões específicos, procedimentos, e métodos para controle dos resultados.
A web 2.0 oferece qualquer usuário independência e liberdade, porém isso somente é possível se os programadores ou as empresas de desenvolvimento coloquem em práticas os padrões de Acessibilidade da Web. Com isso todos os usuários finais serão iguais diante o mundo virtual.
http://brasilmedia.com/Acessibilidade-na-Web.html - acessado em 13/04/2010
Acessibilidade à Web
ResponderExcluirSabemos que em todo o mundo existem várias pessoas portadoras de necessidades especiais, através da web software torna-se possível qualquer individuo navegar, interagir e até colaborar de forma concreta, fácil e rápido.
Hoje a Web tem crescido de forma abrangente e rápida levando a informação por todos os lugares através de meios como smartphones, leptops, redes sociais dentre outros meios tecnologia.
Porque a acessibilidade à Web é importante
Com o crescimento da Web torna-se importante nas áreas de educação, negócios, comércio e governos. Essa acessibilidade insere pessoas portadoras de necessidades especiais na sociedade dando oportunidades iguais para todos. A Acessibilidade também é regulamentada por leis. Essas leis podem ser encontradas no site: http://www.w3.org/WAI/Policy/
Construindo uma Web acessível
Muitos sites são desenvolvidos em algumas vezes de forma que não possibilita uma boa acessibilidade, isso dificulta um acesso fácil a qualquer pessoa como deficientes visuais, pessoas idosas, auditivas, físicas e dentre outras. Há software geradores de conteúdos sem programação que não emprega critérios básicos de acessibilidade. Para determinar recursos de acessibilidade a Web Accessibility Initiative (WAI) criou medidas que se constituem em padrões internacionais para a acessibilidade à Web. Para mais informações: http://www.w3.org/WAI/intro/components.php
Referencias:
http://maujor.com/w3c/introwac.html - acessado 13/04/2010